sábado, 5 de maio de 2012


Cuba começará teste clínico de vacina

Cientistas querem combater a bactéria pneumococo, que provoca pneumonias, meningites e sepses
O pneumococo é o agente patogênico de pneumonias, meningites e sepses  / Justin Sullivan/ AFPO pneumococo é o agente patogênico de pneumonias, meningites e sepsesJustin Sullivan/ AFP

Cientistas cubanos devem iniciar neste ano o teste clínico de uma vacina de produção nacional contra a bactéria do pneumococo, que provoca pneumonias, meningites e sepses, anunciou nesta quinta-feira uma prestigiada pesquisadora local.

A diretora do Instituto Finlay de Havana, Concepción Campa, explicou, citada pelo jornal oficial Granma, que "Cuba iniciará neste ano os primeiros testes clínicos da vacina contra o pneumococo", elaborada por cientistas desta instituição e do Centro de Química Biomolecular da ilha.

Campa liderou a equipe científica que criou a vacina Va-Mengoc-BC, a primeira e única efetiva no mundo contra o meningococo do grupo B, segundo o Instituto, um centro dedicado à pesquisa e ao desenvolvimento de antígenos.

"A pneumonia é uma das causas de morte não apenas em crianças, mas também em idosos, e esta vacina (...) após as pesquisas em humanos, ficará à disposição de adultos e crianças, para poder controlar a doença", acrescentou a pesquisadora.

Segundo o jornal, Campa deu uma coletiva de imprensa sobre o impacto que tiveram na saúde pública da ilha "as mais de dez vacinas elaboradas" por suas instituições científicas, no âmbito do XVI Seminário Internacional da Associação Médica do Caribe (AMECA), que ocorre em Havana.

Entre elas, além da Va-Mengoc-BC, figuram uma vacina contra a hepatite B, que Cuba exporta para 40 países; a primeira vacina terapêutica contra o câncer de pulmão, e outra pentavalente (contra a difteria, coqueluche, tétano, hepatite B e a bactéria haemophilus influenzae tipo B), que Cuba aplica em seu programa de imunização infantil.

domingo, 22 de abril de 2012


Cristina Kirchner recupera a YPF e a alma argentina (Por Davis Sena Filho — Blog Palavra Livre)



Por Davis Sena Filho — Blog Palavra Livre
        O “O Globo” e o “Jornal Nacional” da TV Globo estão apopléticos e babam de raiva. A fúria retrata as suas manchetes, que, se fossem canhões, bombardeariam a Casa Rosada de onde governa a Argentina a presidenta trabalhista Cristina Kirchner, que enviou mensagem, projeto de lei ao Congresso, que trata da nacionalização, da estatização da petroleira YPF, que foi privatizada pelo governo do presidente neoliberal Carlos Menem, que deixou um país importante como a Argentina sem o comando da sua indústria de petróleo. Anos depois, em 2001, o mandatário que vendeu seu país ficou em prisão domiciliar durante cinco meses, por ter sido acusado de cometer o crime de tráfico de armas. Oficiais também foram presos.
        O nosso Menem daqui, conhecido pelo nome de Fernando Henrique Cardoso (FHC), privatizou empresas brasileiras da importância e do gigantismo da Telebras e da Vala do Rio Doce. Não satisfeito, tentou privatizar a empresa símbolo do Brasil, a Petrobras, que, para ficar mais palatável, ao gosto dos estrangeiros, houve quem sugerisse mudar o nome da petroleira para Petrobrax, com “X” mesmo, em uma insensatez e indiferença à história do povo brasileiro que se torna difícil acreditar que essa gente colonizada e marqueteira medíocre tenha um dia chegado ao poder — à Presidência da República.
        Contudo, FHC já tinha avisado de suas intenções de realizar aventuras neoliberais. Quando ele se despediu do Senado em 1994, com o propósito de desmontar a Era Vargas, afirmou: “Um pedaço do nosso passado político ainda atravanca o presente e retarda o avanço da sociedade. Refiro-me ao legado da Era Vargas, ao seu modelo de desenvolvimento autárquico e ao seu Estado Intervencionista”. FHC queria o quê? O País não tinha nada. Era rural. Getúlio remodelou o estado nacional e o organizou. Somente o estado teria e tem (como demonstrou na crise mundial de 2008) condições de fomentar, desenvolver e regular a economia e, por conseguinte, permitir a melhoria da qualidade de vida da população, ainda mais na época de Getúlio Vargas.


Cristina deu uma banana para os espanhóis e outra para a imprensa golpista
        O executor do neoliberalismo no Brasil, o tucano FHC, criticou o legado de Getúlio no Senado, em 1994, como se fosse uma senha. Ele sinalizou aos estadunidenses e europeus, credores históricos, que desmontaria o estado brasileiro, com as vendas das estatais e do fechamento de instituições e órgãos públicos e com isso permitir a diminuição do estado nacional. Estado menor, mais dinheiro para pagar a dívida. Estado fraco significa mais poder para a plutocracia e para o capital predatório. Atitude que os estadunidenses, por não serem entreguistas, não fariam com o estado deles.
        As mesmas estratégias neoliberais e de desmantelamento dos estados nacionais foram colocadas em prática por vários presidentes em diversos países da América Latina no decorrer das décadas de noventa e da primeira década deste século. Os países não suportaram as políticas de diminuição dos estados por meio das privatizações, e seus povos ficaram à míngua, literalmente, porque até o acesso ao emprego foi negado pelas políticas de rapinagem impostas pelos seus governantes, que se alinharam aos ditames do Consenso de Washington de 1989, que disseminou o neoliberalismo (que teve o Chile como cobaia nas décadas de 1970/1980) da primeira ministra britânica, Margaret Thatcher, e seu aliado em espoliações e guerras, o presidente estadunidense, Ronald Reagan.
        Com o fracasso retumbante do neoliberalismo e as seguidas derrotas eleitorais de políticos e partidos que professaram tal sistema econômico na América Latina, além da crise mundial iniciada em 2008, os países que caíram nessa demoníaca armadilha, como o Brasil, passaram, por intermédio de eleições de presidentes de orientação trabalhista como o Lula, a fortalecer o estado, o mercado interno e aumentar os investimentos em educação, saúde, pesquisa, moradia, infraestrutura, e, o mais importante, pagar suas dívidas externas junto ao FMI, ao Bird e com isso se livrar desses órgãos de pirataria internacional, que sempre privilegiaram os interesses dos países ricos e considerados desenvolvidos.
        Nunca mais tivemos de suportar os técnicos do FMI chegarem ao Brasil para fiscalizar nossas contas, além de darem “lições” de como deveríamos proceder. Se eles são tão bons, deveriam ter avisado aos mercados financeiro e imobiliário internacional e aos governantes dos países ricos que, logo, logo, suas economias se derreteriam por causa crise econômica e financeira de 2008. A verdade é que o FMI e o Bird, apesar de serem considerados órgãos multilaterais, não passam, concretamente, de grupos associados de banqueiros que utilizavam esses “fóruns” como tentáculos da agiotagem em âmbito planetário e de espoliação e roubalheira das riquezas dos países pobres e em desenvolvimento. Grécia, Irlanda, Portugal, Espanha e até mesmo a industrializada Itália que o digam.

YPF foi vendida por Menem, o FHC de lá, que aqui vendeu a Vale do Rio Doce
        Com o fim da agiotagem explícita e da pilhagem sistemática das nações consideradas de periferia, os países imperialistas e colonizadores tiveram de se reinventar, porque os fluxos de riquezas que chegavam aos seus cofres oriundos dos países pobres e principalmente em desenvolvimento como o Brasil, a Argentina, a Rússia e a China diminuíram, e muito. Uma nova ordem se estabeleceu em âmbito mundial e os países ricos e poderosos tiveram de negociar, porque surgiram novos mercados e fóruns de debate e poder como o Mercosul, os Brics, o G-20, a Unasul, além de blocos econômicos e militares africanos, asiáticos, bem como o crescimento e a força dos países árabes, especificamente do Oriente Médio, que exercitam seu poder de reivindicação, no que concerne à política de enfrentamento de Israel, estado isolado pela comunidade internacional e que depende cada vez mais dos EUA e de poucos países europeus ricos, mas ainda poderosos como a França e a Inglaterra, que enxergam o país hebraico como um enclave militar e geopolítico edificado para defender seus interesses naquela região tão conturbada.
        Esses acontecimentos e as novas realidades mundiais enfraqueceram os países pitbulls. Por isso, forças regionais e emergentes como a Argentina, que tem uma presidenta nacionalista de perfil trabalhista e compromissada com o povo reagem à exploração e à falta de responsabilidade de uma empresa como a Repsol, petroleira espanhola que diminuiu a produção na Argentina e forçou, por anos, o governo a importar grandes volumes de hidrocarbonetos, porque os empresários espanhóis e seus acionistas se recusavam a investir no país, conforme rezam os contratos. Os europeus praticamente realizavam remessas de lucros cada vez maiores, sem agregar pesquisa, tecnologia e, evidentemente, o aumento da produção de combustíveis e outros derivados do petróleo.
        O “O Globo”, o “Jornal Nacional” e os especialistas de prateleira da “Globo News” estão histéricos e inconformados. Os comentários, os editoriais e os artigos são açodados, agressivos, irônicos e até mesmo desrespeitosos em relação à corajosa presidenta trabalhista Cristina Kirchner. Daqui a pouco a Miriam Leitão, o Demétrio Magnoli, o Arnaldo Jabor, o Merval Pereira, o William Wack e os repórteres do “JN” vão invadir a capital argentina, Buenos Aires, e todas as províncias produtoras de petróleo para destituir a presidenta e os governadores e entregar a YPF, que foi alienada pelo vendilhão da pátria, Carlos Menem, aos espanhóis, que apesar de enfrentar uma forte crise econômica e um desemprego que ultrapassa a casa dos 20%, jamais as remessas de lucro milionárias chegaram à mesa do povo espanhol.
        Os proprietários do sistema midiático privado brasileiro não tem jeito. Eles são imperialistas e entreguistas, pois colonizados e com um profundo complexo de vira-lata, o que os despoja de suas responsabilidades e compromissos com o Brasil. Cristina Kirchner e sua equipe não estão nem aí para a Espanha e a União Europeia. Os europeus que se virem e tratem de regular e regulamentar suas economias e parar de viver da exploração do trabalho e da riqueza dos países que outrora foram colonizados por eles. O recado é o seguinte: vão trabalhar sem explorar países e povos. Este recado deveria ser dado pelo Brasil e seu governo trabalhista a Portugal, à Espanha e a empresários brasileiros associados a empresários desses dois países que há anos exploram a telefonia brasileira, sem, no entanto, agregar valores, como pesquisa, tecnologia e a disseminação da banda larga em todo o País.

O Petróleo é nosso! Quando a imprensa ouve tal frase, o ódio a ela invade
        Pelo contrário, ficam a explorar a telefonia brasileira, que é continental, somente em regiões lucrativas, como o sudeste, e se recusam a investir no norte e no nordeste, porque, na verdade, não cumprem contratos e não querem trabalhar, dar duro, mas, sim, usufruir das milionárias remessas de lucro, que, evidentemente, o povo português e o espanhol não se beneficiam, porque somente os ricos acionistas e o governo espanhol e português tem acesso à dinheirama (nova derrama) proporcionada pelo povo trabalhador brasileiro, que há séculos sustenta, com a cumplicidade de maus governantes como o FHC, europeus incompetentes, que na terra deles nunca criaram um sistema de telefonia imenso e complexo como o brasileiro. Somente para citar esse segmento.
        A presidenta trabalhista Dilma Rousseff deveria, sem sombra de dúvida, nacionalizar o que foi construído pelos brasileiros e vendido a preço de banana para estrangeiros espertalhões se locupletarem com o fruto do trabalho e da inteligência de gerações de trabalhadores e técnicos brasileiros. A Telebras e a Embratel deveriam ser nacionalizadas, estatizadas. A Vale do Rio Doce também. Os espanhóis que se virem para recuperar suas economias. Cristina Kirchner recuperou a alma argentina. É isso aí.

segunda-feira, 9 de abril de 2012

Chávez em Cuba para nova sessão de radioterapia contra o câncer


BOLA - Redação

O presidente venezuelano chegou este domingo à capital de Cuba, para realizar uma terceira sessão de radioterapia contra o cancro.

Segundo o jornal «Juventud Rebelde», o chefe de Estado foi recebido no aeroporto internacional de Havana pelo seu homólogo cubano, Raul de Castro.

Hugo Chávez regressa aos tratamentos em Cuba, depois de ter sido detetado um novo tumor.

O presidente venezuelano já tinha sido operado em junho do ano passado a um tumor cancerígeno na região pélvica, mas em fevereiro deste ano teve de ser novamente operado, após o aparecimento de um outro tumor.

terça-feira, 27 de março de 2012


Papa reforça papel mediador da igreja na abertura política de Cuba

Atualizado em  26 de março, 2012 - 16:57 (Brasília) 19:57 GMT
Bento 16 | Foto: AP
Em viagem à América Latina, papa Bento 16 passou pelo México e embarca agora rumo a Cuba
Dias após fazer críticas indiretas ao regime cubano no México, o papa Bento 16 desembarcou em Cuba, nesta segunda-feira, em sua primeira viagem oficial ao país. Para analistas, a principal missão do pontífice é fortalecer o papel da Igreja Católica como mediadora junto ao governo nas negociações para a libertação de presos políticos.
Embora o regime de Cuba seja declaradamente ateu, a política atual da igreja cubana é de aproximação com o governo de Raúl Castro, irmão e sucessor de Fidel Castro.
A aproximação é um novo capítulo nas relações entre Cuba e a Santa Sé, que já passou por altos e baixos. Nos anos 1960, a tensão chegou ao ponto de o líder cubano Fidel Castro ser excomungado pelo papa João 23.
Para Enrique López Oliva, professor de religião da Universidade de Havana, a visita de Bento 16 ao país tem um caráter muito definido.
Segundo ele, o papa "vem em primeiro lugar dar respaldo à política do Cardeal Jaime Ortega" de aproximação com o governo.
A excomunhão, no entanto, não impediu que o papa João Paulo 2º visitasse o país em 1998 e que Bento 16 agora repita a viagem, 14 anos depois.
Nos últimos anos, a colaboração entre a Igreja e o Estado cubano passam por temas delicados como a libertação de presos políticos e comuns. Em dezembro de 2011, Cuba libertou quase 3 mil prisioneiros como "gesto de boa vontade", após receber pedidos de parentes e instituições religiosas.
Meses antes, em julho, o governo libertou 52 dissidentes que estavam presos desde 2003, após um acordo com líderes católicos.

Igreja ganha espaço

João Paulo 2º | Foto: AP
Presidente cubano Fidel Castro recebe o papa João Paulo 2º em Cuba, ainda em 1998
López Oliva afirma que "o setor da Igreja mais envolvido nas negociações domina o Episcopado Católico. Houve uma renovação com gente jovem, gente que talvez não tenha sofrido ou não tenha participado no conflito igreja-Estado nas décadas de 1960 ou 1970".
Segundo o professor, a igreja quer um maior acesso à educação e aos meios de comunicação. A instituição "já possui a única revista independente de crítica política de Cuba, a Espacio Laical, na qual escrevem acadêmicos, críticos e pessoas da Igreja".
Além disso, "o seminário de São Carlos e São Ambrósio se transformou no Centro de Diálogo Félix Varela de Cultura, onde figuras da revolução, vozes da igreja e até alguns opositores (do regime) se reúnem para debater problemas nacionais", de acordo com Oliva.
Ele acredita que estes espaços são importantes para o clero, por causa da perda de fiéis expressiva que a Igreja Católica sofreu em Cuba.
"Você vai em um domingo e as igrejas católicas estão semi-vazias ou vazias, enquanto os templos pentecostais têm tanta gente que não cabe dentro", diz.
O bispo Juan de Dios Hernandez confirma que a Igreja Católica cubana aspira "a um espaço nos meios de comunicação mais sistemático" e a "uma possibilidade no âmbito educativo", ou seja, voltar a ter escolas católicas como antes de 1959.
"Todo o espaço que a igreja consegue com este diálogo (com o governo) é um espaço também para o povo, a partir da fé. Não teria sido possível a saída dos presos (políticos) sem esse diálogo e também não teria sido possível o indulto de mais de 2 mil presos (comuns)", diz Hernandez.
O bispo participou de encontros com o Raúl Castro e o descreveu como "uma pessoa muito direta, de agenda e pontos concretos, que não dá voltas e tem um conceito operativo da vida".
"(Ele) trata de que as coisas aconteçam e não fiquem somente no discurso", afirma.

segunda-feira, 26 de março de 2012

Papa Bento XVI chega a Cuba (Postado por Lucas Pinheiro)

O papa Bento XVI chegou nesta segunda-feira (26) a Cuba para realizar uma visita apostólica até a próxima quarta (28), na segunda e última parte da viagem latino-americana que começou no México.

O avião do Vaticano, um Boeing 777 da companhia Alitalia, aterrissou por volta das 14h20 locais (16h20 de Brasília) no aeroporto da cidade de Santiago de Cuba, cerca de 950 quilômetros ao leste de Havana.

No aeroporto, Bento XVI já era esperado pelo presidente de Cuba, Raúl Castro, pelo cardeal Jaime Ortega, máxima autoridade católica na ilha, e pelo presidente da Conferência de Bispos Católicos cubanos, Dionisio García, entre outros.

O Papa disse que guarda no coração "as justas aspirações e desejos legítimos de todos os cubanos" e que visita o país como "peregrino da caridade".

"Levo em meu coração seus sofrimentos e alegrias, assim como suas preocupações e seus anseios mais nobres, de modo especial dos jovens e dos anciãos, dos adolescentes e das crianças, dos enfermos e dos trabalhadores, dos presos e seus familiares, assim como dos pobres e necessitados", disse.

Cuba recebe a segunda visita papal de sua história, após a viagem de João Paulo II em 1998.

Após a recepção, Bento XVI segue no papamóvel por um percurso de 12 quilômetros do aeroporto até o Arcebispado de Santiago, e depois realiza na Praça Antonio Maceo sua primeira missa em Cuba.

Durante os três dias que permanecerá na ilha, o papa visitará o Santuário de Nossa Senhora da Caridad del Cobre, próximo a Santiago, para depois voar a Havana onde na quarta-feira 28 rezará outra missa na emblemática Praça da Revolução, entre outros atos.

Este é a segunda viagem de Bento XVI à América Latina, depois da visita que fez ao Brasil em 2007, e a 23ª que realizou pelo mundo em quase sete anos de Pontificado.

terça-feira, 20 de março de 2012

Os 600 Blogs do Painel do Paim ao alcance de um clique único (a single click)

"The Three in One Post" é a designação das trincas de sites que constam de grande parte dos 600 Blogs que integram o Painel do Paim e que, no caso deste, está assim constituída: o da "Google News", o de "Edson Paim Notícias" e o que agrupa os referidos "600 Blogs do Painel do Paim", os quais o leitor poderá acessar, diariamente, desde a página inicial deste Blog.

 

Os dois primeiros sites mencionados estarão sempre atualizados, de modo automático, independentemente da data que aparece no frontispício desta postagem, o que pode ocorrer, inclusive nos momentos em que você os acessa ou esteja lendo.  

 

Para você ler as notícias que são postadas nos últimos instantes, pelo Google News, por Edson Paim Notícias e por uma boa parte "600 Blogs do Painel do Paim", basta clicar nos seguintes LINKs:

 

http://news.google.com/

http://www.edsonpaim.com.br/ 

http://www.blogger.com/profile/04886160289569279765

 

Ao clicar no terceiro LINK da trinca supra, o leitor acessará uma página que relaciona "Os 600 Blogs integrantes do Paim", bastando clicar no nome do Blog, para abrir cada um deles.

 

Não obstante a redundância, as instruções acima objetivam a maior visibilidade pelo leitor,  pois existe, também, outra  maneira de acessar, todos os dias, Notícias publicadas pelo "Google News", por "Edson Paim Notícias" e pelos "600 Blogs do Painel do Paim",  clicando  nos respectivos LINKs, situados ao lado direito desta página.  

 

A sequência dos LINKS é idêntica observada acima: O primeiro é o da agência noticiosa "Google News", o segundo é o de "Edson Paim Notícias" e, o terceiro é o que agrupa "Os 600 Blogs do Painel do Paim",  os quais conduzem o leitor às Últimas Notícias dos Municípios, dos Estados, do País e do Mundo, publicadas nessa trinca de sites, constituindo o seu jornal diário, designado: "THE THREE IN ONE POST".

sábado, 25 de fevereiro de 2012


Para médicos, Chávez tem possibilidade de se curar de câncer

sábado, 25 de fevereiro de 2012 14:10 BRST
Por Julie Steenhuysen
CHICAGO, 25 Fev (Reuters) - Enquanto o presidente venezuelano, Hugo Chávez, volta para Cuba para fazer uma cirurgia numa segunda lesão na pélvis, especialistas dizem que o candidato à reeleição à Presidência da Venezuela ainda tem chances de cura, mas pode ter que lutar contra a fadiga durante a sua campanha, em outubro.
Depois de declarar que estava livre do câncer em outubro, Chávez agora diz que tem uma lesão de dois centímetros na mesma região pélvica de onde os médicos removeram um tumor do tamanho de uma bola de beisebol durante seu primeiro tratamento no ano passado, em Cuba.
Os médicos dizem que o fato do câncer de Chávez ter voltado é preocupante, mas que a segunda cirurgia vai lhe dar mais uma chance de cura.
"Se estiver localizado, eles puderem removê-lo e conseguirem obter boas margens cirúrgicas, existe uma chance de 20 a 25 por cento que ele fique curado", disse o Dr. Richard Schilsky, um especialista em câncer gastrointestinal da Universidade de Medicina de Chicago, que não está tratando de Chávez.
Ainda não ficou claro qual tipo de câncer o presidente venezuelano tem, mas comentários feitos por Chávez e seus assessores, sugerem que ele pode ter câncer no reto ou na bexiga, ou talvez um sarcoma de tecido mole. Schilsky disse que às vezes o câncer do colón ou do reto podem voltar na pélvis ou no abdômen.
"É difícil saber sem ter informações sobre o que era o tumor primário. Uma ocorrência local de câncer de cólon é menos comum do que de câncer de reto", disse Schilky.
O Dr. Charles Fuchs, diretor do programa de oncologia gastrointestinal do Instituto de Câncer Dana-Farber, em Boston, disse que o câncer de reto é mais propenso à recorrência local do que o câncer de cólon, porque a pélvis é uma região tão cheia que é difícil que os cirurgiões consigam uma boa margem livre e limpa.
"Nada foi dito sobre a origem do câncer. Só sabemos que era um tumor na pélvis. Depois soubemos que ele fez uma série de ciclos de quimioterapia, provavelmente cerca de seis ciclos. Não sabemos sequer que drogas foram administradas durante a quimioterapia", disse Sunil Daryanani, um oncologista do Hospital de Clínicas de Caracas.
Ele disse que porque o tumor de Chávez foi diagnosticado com uma infecção, o fato dele ter tido uma recorrência no local não é uma surpresa, mas que o tempo entre o tratamento e a progressão do câncer foi bem curto.