sábado, 23 de outubro de 2010

Anastácio e Aquidauana choram por Cláudio Valério


Sábado, dia 23 de Outubro de 2010 às 12:15hs
Com informações ACMA & JNE

Obrigado Cláudio Valério!

Essa é a frase que mais se houve no momento, por parte do povo anastaciano. Prefeito Cláudio Valério da Silva saiu prematuramente do nosso convívio, mas deixa a todos um legado de amor ao próximo, companheirismo, de trabalho e principalmente de dedicação a sua querida Anastácio, que jamais será esquecido.

Homem público determinado, corajoso, arrojado, Valério se destacou como pessoa, cidadão e político e se consagrou como um dos mais importantes no nosso Estado.
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Foi um homem profundamente ligado à luta pela liberdade e pela democracia, qualidades que o povo anastaciano e principalmente a classe política da cidade tem por obrigação dar continuidade para que seja uma busca constante de um município justo e digno com o seu povo.

A sua história de vida foi escrita com pitadas de serenidade sem apatia, prudência, mas despida de fraqueza, honestidade, sinceridade e coragem sem temeridade.


A luta constante pela verdadeira cidadania fez do professor, poeta, escritor e deputado estadual Cláudio Valério da Silva, uma luz na vida de cada anastaciano que, como gratidão o fez prefeito por quatro mandatos que ficará registrado para sempre na história da cidade.

Portanto, Cláudio Valério, professor muito nos ensinou, também despertou o amor popular pela sua cidade, trouxe a força do povo nordestino para o MS, que deixa órfão uma exemplar família, porém ainda continua vivo, e assim vai permanecer para sempre na memória do povo que tanto amou e pela terra a que se dedicou por toda a sua vida.

Por tudo isso, e muito mais, só podemos dizer o mesmo "obrigado prefeito Cláudio Valério", a exemplo do povo anastaciano; Deus o recebe de braços abertos e ao mesmo tempo estará dando forças à sua família para suportar esse momento doloroso que todos nós também iremos passar

Seu exemplo será alavanca para que o vice prefeito Douglas Figueiredo ao assumir o cargo na próxima segunda feira possa honrar sua memória cuidando de Anastácio com o mesmo carinho, com o mesmo olhar terno e fraterno.

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Cuba anuncia corte de meio milhão de empregos públicos e promete alívio ao setor privado (Danuza Peixoto)

DE SÃO PAULO



Cuba anunciou nesta segunda-feira que vai cortar ao menos meio milhão de funcionários públicos até o começo do ano que vem, e reduzir as restrições a empreendimentos privados para ajudá-los a encontrar novos empregos. É a medida mais dramática já anunciada no governo de Raúl Castro para atenuar a grave situação econômica que enfrenta a ilha.



Jornalista confirma declaração de Fidel de que modelo cubano não funciona

Fidel diz que estava sendo irônico ao afirmar que modelo cubano não funcionava

Dissidentes cubanos ironizam entrevista de Fidel

Análise: reaparição de Fidel Castro pode indicar apoio a reformas de irmão

Modelo econômico cubano não funciona mais para nós", diz Fidel Castro



Para tentar amenizar o impacto, o governo prometeu aumentar as oportunidades de emprego no setor privado, além de permitir que mais cubanos se tornem autônomos. Eles também poderão formar cooperativas gerenciadas pelos próprios empregados, em vez de pelos administradores do governo. O governo prometeu ainda arrendar cada vez mais terra, negócios e infraestrutura estatal.



O anúncio foi feito em um comunicado divulgado pela CTC (Central de Trabalhadores de Cuba), afiliada ao Partido Comunista e único sindicato trabalhista permitido pelo governo. O comunicado foi divulgado também pela mídia estatal --publicado no jornal e lido no rádio e na TV.



A CTC aprovou a medida para "manter o controle sistemático do andamento do processo". O comunicado informa sobre a "redução de mais de 500 mil postos de trabalho no setor estadual e, paralelamente, o aumento no setor privado", e detalha que este processo será realizado durante o próximo ano, mais precisamente "até o primeiro trimestre de 2011".



"Nosso Estado não pode e não deve continuar apoiando negócios, entidades produtivas e serviços com folhas de pagamentos inflacionadas, e perdas que prejudicam nossa economia são, em última instância, contraprodutivas, criando hábitos ruins e distorcendo a conduta do trabalhador", disse o sindicato.



Em um discurso nacional pela TV feito na Páscoa, Castro tinha sugerido que até um milhão de trabalhadores cubanos --cerca de um em cada cinco-- poderiam perder seus empregos. Mas, até agora, o governo não tinha apresentado planos específicos de cortes, nem a velocidade e o tamanho dos cortes.



A força de trabalho oficial de Cuba é de 5,1 milhões --o que significa que quase 10% de todos os funcionários podem estar fora do trabalho em breve.



Pegos de surpresa pelo anúncio, os trabalhadores disseram estar preocupados com a capacidade do pequeno setor privado em absorver tanta mão de obra. A mesma opinião foi expressada por alguns analistas.



Alguns órgãos do Partido Comunista de Cuba -- único no país -- já foram instruídos para que expliquem aos trabalhadores o que está por vir, enquanto outros já orientaram os funcionários a elaborarem "listas" de pessoas mais ou menos necessárias.



Atualmente, o Estado emprega 95% da força de trabalho oficial. O desemprego no ano passado foi de 1,7% e não subiu acima de 3% em oito anos --mas o número não considera os milhares de cubanos que não procuram por trabalho já que os salários são tão baixos.



POLÊMICA



O anúncio veio menos de uma semana após o ex-ditador cubano Fidel Castro, 84, ter causado uma polêmica no mundo todo ao ter sido citado por uma revista americana dizendo que o modelo econômica cubano não funciona mais. Na quarta-feira (8), o jornalista Jeffrey Goldberg escreveu no blog da revista "The Atlantic" que perguntou a Fidel se ainda valeria a pena exportar o modelo comunista cubano para outros países. "O modelo não funciona mais nem para nós", respondeu o ex-ditador, segundo o jornalista.



Na sexta-feira (10), Fidel voltou atrás e disse que seu comentários foram "mal interpretados". Fidel disse que suas palavras estão corretas, mas que Goldberg não entendeu a ironia em sua declaração e que ele quis dizer "exatamente o contrário".



Em um certo ponto, ele disse: "Eu continuo achando que Goldberg é um grande jornalista. Ele não inventa frases, ele as transmite e interpreta."



O tom de Fidel não foi bravo, mas sim confuso e um pouco perplexo.



Os comentários do cubano foram feitos hoje durante o lançamento de seu segundo livro sobre a revolução que tirou Fulgencio Batista do poder, em 1959. O livro "A vitória estratégica" foi escrito e publicado em menos de um mês.



CAPITALISMO



"Disse isso sem amargura, nem preocupação. Me divirto agora ao ver como ele [o jornalista que o entrevistou] interpretou ao pé da letra, e como o repórter consultou Julia Sweig, [outra jornalista] que o acompanhou e elaborou a teoria exposta", disse Castro.



Em suas afirmações na sexta-feira (10) Castro disse ainda que é o sistema capitalista que não funciona.



"Minha ideia, como todo o mundo conhece, é de que é o sistema capitalista que já não serve nem para os Estados Unidos nem para o mundo e que conduz a crises cada vez mais graves, globais e repetidas, das quais não se pode escapar", indicou.



"Como um sistema semelhante poderia servir para um país socialista como Cuba?", questionou.



COM AGÊNCIAS DE NOTÍCIAS

domingo, 5 de setembro de 2010

Você pode ler as ultimas noticias do dia e da hora, clicando em um dos 600 Links do Google News no Painel do Paim

O leitor encontrará um LINK do GOOGLE NEWS em cada um dos 600 Blogs que integram o Painel do Corenel Paim, o maior aglomerado de Blogs do Planeta.

Ao acessar um dos Blogs do Painel do Paim, dirija-se ao lado direito da página e clique no primeiro LINK.

Assim, poderá ler, diariamente e, em primeira mão, as Notícias do Brasil e do Mundo, em tempo real, publicadas por esta agência noticiosa.

CONFIRA!

sábado, 31 de julho de 2010

Quem é o Coronel Paim

Nome: Edson Nogueira Paim
Local: Aquidauana, Mato Grosso do Sul



Cirurgião Dentista e Médico Clínico e Sanitarista - Doutor em Saúde Pública - Tenente Coronel Reformado do Quadro de Dentistas do Exército, aguardando publicação da promoção ao Posto de Coronel, em ressarcimento de preterição. Autor dos livros "Sistemismo Ecológico Cibernético", "Sistemas, Ambiente e Mecanismos de Controle" e da Tese de Livre-Docência: "Profilaxia do Acidente de Trânsito" - Professor Adjunto IV da Faculdade de Medicina (UFF) - Disciplinas: Epidemiologia, Saúde Comunitária e Sistemas de Saúde Professor Titular de Metodologia da Pesquisa Científica - Fundação Educacional Serra dos Órgãos (FESO)

sábado, 5 de junho de 2010

Dissidentes detidos em Cuba já foram liberados

Terra
04 de junho de 2010 • 23h34

Foram confirmadas as detenções de 38 dissidentes cubanos nas últimas 48 horas, mas as mesmas fontes afirmam que todos eles já foram libertados sem acusações formais.

Héctor Palacios, líder do grupo opositor Unidade Liberal da República de Cuba, disse à agência Efe, em Havana, que os detidos participariam de duas reuniões, uma de seu grupo e outra da também opositora Agenda para a Transição Cubana.

Segundo Palacios, a maior parte dos detidos foram levados a dependências da Polícia, enquanto outros foram impedidos de deixar os locais onde estavam ou obrigados a retornar a suas casas por ordem das forças de segurança.

No entanto, ao longo da quinta e da sexta-feira, todos os detidos foram liberados sem acusações, explicou Palacios, membro do chamado "Grupo dos 75", opositores presos na repressão da "Primavera Negra" de 2003.

Apesar das detenções, o dissidente afirmou que as assembleias chegaram a acontecer. Os membros que se reuniram discutiram a situação do país e os casos de Guillermo Farinas, em greve de fome há mais de 100 dias para pedir a liberdade dos presos, e das "Damas de Branco".

Palacios afirmou que em Cuba há um "estado repressivo altíssimo" apesar das expectativas criadas há algumas semanas com a mediação da Igreja Católica cubana perante o Governo de Raúl Castro a favor dos presos políticos.

Para ele, o Governo não está disposto a fazer nenhum tipo de negociação, "brincou com os interesses" da Igreja Católica e procura "ganhar tempo para tentar pegar um pouco de ar, pois está em situação muito difícil".

sábado, 17 de outubro de 2009

Morales e Chávez desafiam Obama a honrar Nobel suspendendo bloqueio a Cuba

Cochabamba (Bolívia), 17 out (EFE).- Os presidentes da Bolívia, Evo Morales, e da Venezuela, Hugo Chávez, desafiaram hoje o chefe de Estado americano, Barack Obama, a fazer por merecer o Nobel da Paz recém-conquistado suspendendo o bloqueio econômico imposto a Cuba.

Tanto Morales como Chávez, que participam da cúpula da Aliança Bolivariana para as Américas (Alba), disseram que os Estados Unidos deveriam suspender o embargo, imposto em 1962.

"Obama não merece (o Nobel). É preciso ver o acontece nos próximos anos. Veremos se ele o merece", afirmou o chefe de Estado venezuelano.

Por sua vez, Morales desafiou Obama suspender o bloqueio contra Cuba e lembrou que, em 28 de outubro, as Nações Unidas votarão a favor ou contra da continuidade da medida.

"Só dois países rejeitam a suspensão do bloqueio econômico: Israel e EUA. Obama tem que cumprir este mandato do mundo e suspender o embargo econômico. Ele tem dois caminhos: se submeter ao mundo ou se submeter a Israel", afirmou.

Os países da aprovarão hoje uma declaração contra o bloqueio econômico e comercial dos EUA a Cuba durante a cúpula que acontece na cidade de Cochabamba, no centro da Bolívia.

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Alunos cubanos são melhores que os brasileiros porque seus professores sabem mais, diz pesquisador dos EUA

Simone Harnik
Em São Paulo
Avaliações internacionais revelam que o desempenho de estudantes cubanos em matemática e linguagem é bastante superior ao dos brasileiros. E, segundo o pesquisador da Universidade de Stanford Martin Carnoy, há uma razão para essa performance diferenciada na ilha de Fidel: lá a qualificação dos docentes é melhor e o envolvimento, maior.

"A causa principal [para Cuba se destacar nas provas] é que os professores têm mais domínio da disciplina e têm uma clara ideia de como ensiná-la", afirmou o pesquisador ao UOL Educação.

Carnoy estudou as diferenças nos sistemas de ensino do Brasil, de Cuba, e do Chile. Os resultados foram sintetizados no livro "A vantagem acadêmica de Cuba", publicado no Brasil pela Ediouro em parceria com a Fundação Lemann. Durante a última semana, o acadêmico ministrou palestras divulgando o trabalho no país



Simone Harnik/UOL
O pesquisador norte-americano Martin Carnoy, em palestra da Fundação Lemann, na Faculdade de Educação da USP (Universidade de São Paulo), na última quarta-feira (5)

A boa formação do magistério em Cuba é traduzida em alta cobrança aos estudantes - e isso cria um círculo virtuoso, já que os melhores alunos acabam se tornando professores no futuro. "Tudo isso acontece, porque o sistema apoia o professor, ensinando-o a lecionar", diz.

Segundo o norte-americano, no Brasil, a maior parte dos docentes não é formada nas melhores universidades - que, por sua vez, pouco abordam a didática das disciplinas. "Os professores brasileiros não são ensinados a ensinar o currículo. Eles estudam teorias e têm de aprender a lecionar na prática, o que não é um bom método", avalia.

Diretores envolvidos
Além disso, a função do diretor da instituição de ensino em Cuba, afirma o pesquisador, é bem definida: "Ele é responsável pelo nível de instrução de cada estudante. Os diretores sabem exatamente o que cada aluno está aprendendo, sabem o que acontece na escola e com a família". "No Brasil, este papel não é claro. Raramente os diretores visitam as salas de aula", acrescenta.

E o trabalho desse gestor na ilha é beneficiado pelo rigor de um conteúdo programático centralizado. "Em Cuba, não há diversidade no currículo. Em qualquer lugar do país, os estudantes devem aprender a mesma matéria ao mesmo tempo. Isso não acontece no Brasil, há muita diversidade nos currículos", opina.

A abertura no currículo e a falta de rigor sobre o que deve ser ensinado tornam-se mais preocupantes, associados ao fato de que os alunos brasileiros são dispersos e menos solicitados a realizarem exercícios individuais ou coletivos durante as aulas - eles passam pouco tempo em cada tarefa. Em seu estudo de campo, Carnoy verificou isso filmando aulas de matemática nos dois países.

"Os estudantes cubanos recebem uma folha para resolverem problemas. Depois do trabalho, eles discutem de verdade os erros. No Brasil, ainda há professores que passam a matéria na lousa. Os alunos são chamados para resolverem no quadro-negro e, se erram, os professores apagam e não debatem", relata. "É possível mudar essa situação, o que vai exigir muito esforço e vontade política."

Contexto social
O contexto social, de acordo com Carnoy, é outro fator relevante na análise das notas. "Cuba é uma sociedade centralizada e há grande ênfase na educação. O Estado garante que as crianças recebam uma boa educação e saúde", aponta.

O cuidado com a saúde cubano leva ainda a uma nutrição mais vigorosa do corpo discente. Além disso, diz Carnoy, em Cuba praticamente não existe trabalho infantil e violência escolar. As crianças estudam em um ambiente mais seguro e menos desigual que o brasileiro.

"O contexto social em Cuba é muito melhor para as crianças com baixa renda. No Brasil, 40% dos pobres ou muito pobres vivem em condições muito difíceis para aprenderem", diz.

Mas, não, Carnoy não apoia o regime político fechado e autoritário da ilha. "Valorizo a liberdade, e esta é uma questão a se pensar. Vivo em uma sociedade que é muito desigual - 25% das crianças norte-americanas vivem na pobreza e não têm liberdades.

Já, em Cuba, os adultos têm poucas liberdades, mas as crianças têm o direito de crescerem saudáveis", relativiza.


UOL Celular